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Os suecos salientam-se em sondagem internacional
O povo sueco tem relativamente à política externa do seu pais uma atitude claramente mais positiva do que outros europeus e até em comparação com os americanos. Os suecos têm também a maior confiança na capacidade do seu governo em resolver a crise financeira. É o que mostra o resultado da sondagem recente Transatlantic Trends.
Suécia salienta-se de várias formas na sondagem, efectuada anualmente pelo "think tank" baseado em Washington German Marshall Fund. Para além da atitude invulgarmente positiva relativamente à política externa do governo, a Suécia distingue-se como o país em que a proporção mais baixa da população se considera afectada pela crise económica.
Os suecos estão mais positivos do que outros a manter tropas no Afeganistão. Na questão da Síria, a Suécia também se distingue. Aí dois terços dos suecos – mais do que em qualquer outro país – respondem que apoiariam uma intervenção na Síria dirigida pela ONU. Mas também uma intervenção sem mandato da ONU recebe o apoio de quase metade dos suecos.
- Nenhuma nação é parecida com outra. Mas os suecos são um pouco mais diferentes do que os povos de outros paises, diz Constanze Stelzenmueller do German Marshall Fund, num comentário ao resultado.
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Pelo décimo primeiro ano consecutivo, o German Marshall fund realizou a abrangente sondagem Transatlantic Trends nos EUA, UE, Turquia e Rússia em torno de importantes questões globais relativos a segurança, economia, democracia e intervenções militares. A sondagem inclui doze países da UE, participando a Suécia este ano pela segunda vez.