Hoje comemoramos o IDAHOT- o Dia internacional contra a homo, bi e transfobia

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    IDAHOT 2017 Foto: .

A Embaixada da Suécia, junto com outras missões diplomáticas em Brasília e a campanha “Livres & Iguais” da ONU, se unem hoje, dia 17 de maio de 2017, para renovar o compromisso na luta pela igualdade e dignidade para todos, independentemente de quem você seja ou a quem você ame.

Para comemorar o IDAHOT em Brasília e demonstrar o nosso apoio à comunidade LGBTI, o Embaixador Per-Arne Hjelmborn hasteou hoje aqui na Embaixada a bandeira do arco-íris.

Também haverá um seminário sobre a “Violência Contra Pessoas Transgêneros”, no Pavilhão da Embaixada do Reino Unido às 16h30-18h30, seguido pelo tradicional “Rainbow Happy Hour” internacional.

O IDAHOT foi organizado pela primeira vez em 2004 e atualmente é comemorado em mais de 100 países. Esse dia marca a retirada da homossexualidade da classificação internacional de doenças pela Organização Mundial de Saúde. Ainda hoje em muitas partes do mundo, a identidade transgênero é considerada uma doença, contribuindo para o estigma e a discriminação contra travestis e transexuais.
Em 1972 a Suécia tornou-se o primeiro país no mundo a oferecer alteração de gênero legal após investigação. No mesmo ano também começou a ser oferecido tratamentos como terapia hormonal e cirurgias.

O termo "transgênero" começou a ser usado na Suécia pelo movimento LGBT na década de 1990. A palavra preencheu uma necessidade importante, de uma simples palavra unificadora para as pessoas que não se enquadram em normas e identidade de gênero. A palavra “intersexual”, foi utilizada mais tarde, na Suécia no início de 2000. Mas foi em meados de 2009 que a identidade transgênero passou a ser considerada como motivo de discriminação na legislação de discriminação sueco. No mesmo ano, o termo travesti foi abolido e não é mais considerado uma doença mental.

Apesar do notável progresso ocorrido no mundo inteiro nos últimos anos, mais de 70 jurisdições ainda criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo. Em muitas partes no mundo, inclusive no Brasil, são ocorrências cotidianas a discriminação e a violência contra lésbicas, gays, bisexuais, transgêneros e intersexuais.

A Suécia junto com a União Europeia condena a discriminação e a violência contra indivíduos LGBTI e continuará a trabalhar com todos os parceiros no Brasil para promover os direitos humanos no mundo inteiro. Nós continuamos na luta!

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